Jornalista e escritor baiano, nascido em Salvador em 1945, Carlos Eugênio JUNQUEIRA AYRES é autor dos livros "O mistério do engenho", romance, Prêmio Copene (Braskem) de Literatura-Ficção/1999, editado pela Fundação Casa de Jorge Amado, e "A rede do coronel", contos, publicado pelo selo Letras da Bahia da Fundação Cultural do Estado em 2006. A obra literária de JUNQUEIRA AYRES tem como cenário o antigo Recôncavo açucareiro baiano, suas gentes, seus viveres, seus falares e suas labutas. Nessa região de solo rico de massapê, onde a cultura da cana-de-açúcar se desenvolveu por mais de 400 anos, JUNQUEIRA AYRES tem fincadas as raízes familiares, desde o século XIX. A história do Recôncavo também é tema de estudos que realiza como pesquisador diletante, centrando-se nos antigos engenhos de açúcar. Amante da fotografia, JUNQUEIRA AYRES capta com suas lentes ruínas urbanas e rurais da região, antes que desapareçam de todo, ao lado das embarcarções tradicionais (saveiros e canoas) que singram as águas da Baía de Todos os Santos. É autor também de artigos, contos e crônicas publicados em diversos jornais. Ao contrário dos romances e contos, as suas crônicas abordam, com ironia e humor, situações e cenas comuns que se passam com figuras urbanas, não raro utilizando a si próprio como personagem principal. Já teve contos publicados no jornal de literatura Rascunho, de Curitiba, e na revista literária Iararana, de Salvador.
O autor